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image001 (4) Roteiro - Postada em: 09/01/2019

A arte que vem da rua

No dia 25 de janeiro a Galeria Ricardo Von Brusky e Cacá Nóbrega apresentam a exposição LINGUAGENS URBANAS-  A ARTE QUE VEM DA RUA, uma coletiva  com quatro expoentes da Street Art reconhecidos internacionalmente: FEFETavalera, Celso GITAHY,  Alexandre ORION e ZEZÃO.

 A data de abertura, aniversário de São Paulo, faz uma homenagem ao suporte da manifestação artística de cada um dos artistas, que nasceram na cidade. Muros, esgotos, subterrâneos, túneis e vielas servem de inspiração para os artistas, cada um com sua linguagem própria, criarem as suas obras, utilizando as mais variadas técnicas.

Além das obras expostas, os artistas irão criar uma obra inédita e coletiva  na grande parede externa da Galeria, dando acesso fácil à todos que passam pela Rua Estados Unidos, no Jardim América, possam apreciar a Arte, desta vez levada para fora daGaleria Ricardo Von Brusky.

 Sobre os artistas:

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 Nascida em 1979, FEFE TAVALERA tem bacharelado em artes pláticas pela FAAP. Foi criada em um meio nativo do México e no Brasil, na cidade de São Paulo, onde vive. As pinturas de Monstros de Fefe Talavera são metáforas de emoções fortes do subconsciente humano, como a raiva o medo, ou sonhos ou desejos.  Os animais fantásticos e coloridos que ela conecta com o “lado negro” do seu eu interior representam as raizes culturais da artista, bem como a energia primária e poderosa de seu trabalho executado nas ruas de várias cidades em todo o mundo. A artista já expôs e participou de projetos individuas ou em grupo em São Paulo, Moscou, Los Angeles, Nova York, Washington DC, Berlim, Lisboa, Ottawa, Viena, Madrid, barcelona, Bilbao, Sevilha, Basiléia, Milão e Amsterdã.

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 CELSO GITAHY, artista plástico nascido e residente na cidade de São Paulo, gradiado pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, com Mestrado em Arte Contemporânea pela Universidade Camilo Castelo Branco. Iniciou sua carreira na década de 80 e nos anos 90 criou o projeto “O Grafitti é Legal”, com o objetivo de transmitir conhecimentos aos estudantes da rede pública. Seu universo de imagens é composto por ícones de consumo misturados com o homem e a natureza, criando metáforas visuais com nuances críticas, irônicas e bem-humoradas.Participou de várias exposições no Brasil e em países como França, Hungria, Austrália, Alemanha, estados Unidos entre outros. Além de outras publicações é autor do livro “O que é Grafitti” da coleção primeiros passos da Editora Brasiliense. Atualmente, além de trabalhar com galerias de arte, desde a década de 1980 utiliza o espaço público como suporte para suas obras. Vive e trabalha em São Paulo.

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ALEXANDRE ORION nasceu em 1978 e é artista multimídia. Sua atividade artística teve início em 1992 sob influência da cultura urbana e do universo do grafite. Em pouco tempo Orion se destacou do movimento do qual fazia parte e passou a interagir com a cidade de uma maneira muito singular. Nas palavras do próprio artista, “a cidade é carregada de significados”.

 È exatamente com esses significados, muitas vezes sutis, que o artista trabalha, pesquisando técnicas e explorando o que a cidade oculta, interagindo com os passantes, criando embates com o poder público, tornando-os parte de sua obra artística.

 Orion realizou exposições individuais nas principais capitais do mundo. No Brasil suas obras foram exibidas em espaços como centro Cultural Banco do Brasil, Itaú Cultural, Centro Cultural da Caixa e Pinacoteca do estado de São Paulo. Tem entrevistas e textos publicados em mais de 10 linguas, nos principais veículos de imprensa do mundo e obras publicadas pelas editoras Taschen, Phaidon, Die Gestalten entre muitas outras. Realixou exposições e possui obras nos acervos da Foundation Cartier, em Paris, Pinacoteca do Estado, em São Paulo,  do centrum Beeldende Kunst, de Rotterdam, Deustche Bank e Mad Museum, ambos em Nova York entre outras instituições.

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 José Augusto Amaro Handa, o ZEZÃO, começou na década de 90 a conquistar publico e critica com os seus grafittis em espaços subterrâneos da cidade de São Paulo. Inspirado e motivado pela arte de Jean-Michel Basquiat, trabalhou em esgotos retirando objetos cotidianos do lixo e da sucata, reformando e montando-os de modo diferente e lhes dando cor, criando-lhes assim uma nova identidade Desse modo, atraiu a atenção para paisagens urbanas insólitas, das quais muita gente nem quer saber. Assim ele chama a atenção para uma abordagem crítica dos problemas da grande cidade moderna, estimulando também debates sobre sustentabilidade e reciclagem.

Zezão já expôs no Rio de Janeiro, São Paulo Brighton, Florença, Frankfurt, Hamburgo, Londres, Los Angeles, Nova York, Paris, Praga, Wuppertal, São Francisco, etc. Suas pinturas também ornam muros, paredes de esgotos e viadutos por todo o mundo.

LINGUAGENS URBANAS- A ARTE QUE VEM DA RUA

Abertura: 25 de janeiro, das 11h às 17h

Exposição: de 25 de janeiro até 15 de fevereiro, de segunda a sexta, das 10h às 19h.

Galeria Ricardo Von Brusky

Rua Estados Unidos, 336 – Jardim América

Tel: 2373.0768

www.vonbrusky.com.br