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Consórcio imobiliário cresceu 8,7% no 1º semestre

Negócios contratados no segmento também evoluíram, chegando a R$ 15,2 bilhões no período

 

Assim como em 2016, o mercado de consórcio imobiliário vive um grande momento. No primeiro semestre do ano, as vendas de novas cotas alcançaram 114,7 mil novas adesões, um crescimento de 8,7% sobre o mesmo período do ano passado. Junho foi o segundo mês com melhor desempenho no ano, com 20 mil novas participações, índice que ficou atrás somente de abril (24,3 mil cotas comercializadas). Os dados são da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).

Os negócios contratados (créditos comercializados) também evoluíram na metade inicial do ano, com aumento de 27,6% na mesma comparação, para R$ 15,22 bilhões. O tíquete médio registrou uma valorização de 15,6%, a R$ 132,5 mil. O volume de consorciados ativos consolidados ficou praticamente estável, com leve salto de 0,37%, para 807 mil participantes.

Por sua vez, ocorreu redução nas contemplações (quando o consorciado tem a oportunidade de comprar o imóvel), que arrefeceram 6,1%, para um total de 33,85 mil contratantes. Houve também retração dos correspondentes créditos concedidos (disponibilizados) no semestre, com baixa de 5,3%, para R$ 3,39 bilhões.

No semestre, quase 1,65 mil consorciados em todo o país aplicaram R$ 65,6 milhões de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) de forma parcial ou total no consórcio de imóveis.

Sistema de consórcios

No fechamento da primeira metade do ano, o sistema de consórcios continuou ampliando suas vendas. Com tíquete médio 7,1% maior no período, com R$ 40,5 mil, os negócios contratados saltaram 23,7%, a R$ 43,92 bilhões.

A procura por cotas em todos os segmentos obteve acréscimo de 8,4%, para 1,1 milhão de adesões. Mesmo com indicadores positivos, não houve reflexo no volume de participantes ativos teve uma pequena decaída de 1,4%, para 6,93 milhões.

A exemplo do ocorrido desde o início do ano, a entrada de novos consorciados voltou a mostrar aumento em cinco dos seis setores. O maior registro ficou com serviços, que manteve a liderança, com alta de 107,5%. Na sequência vieram eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis com 26,6%; veículos leves com 20,5%; veículos pesados com 10,4% e imóveis com 8,7%. Somente o setor de motocicletas manteve percentual negativo de 5,3% que, por outro lado, tem sinalizado recuperação no segundo trimestre.

 

Informações: http://abac.org.br

Texto por Luciano Emiliano