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USA Miami Giro pelo mundo - Postada em: 20/09/2017

Flórida registra quase 80 mil imóveis vendidos no 2º tri

Brasileiros estão entre os principais compradores, especialmente em Miami, onde unidades têm demosntrado valorização constante nos últimos 5 anos

 

De abril a junho, as vendas de imóveis residenciais em todos os segmentos no estado norte-americano da Flórida alcançou 79.888, um aumento de 3,7% em relação a igual trimestre de 2016. Dados da Associação dos Corretores Imobiliários de Miami (Miamire, na sigla em inglês) apontam que somente em Miami as comercializações de residenciais unifamiliares (apartamentos e casas que são as single family homes) subiram 5,8% na mesma base comparativa, para 3.882 unidades. No segmento de casas de luxo, as transações evoluíram 25,2% na cidade.

As vendas de casas dentro de condomínios diminuíram 2,6%, a 3.818 residenciais. Já o preço médio das unidades comercializadas no período valorizou 11,3%, para US$ 328,3 mil.

As transações com pagamentos à vista, sem financiamento bancário, representaram 38,6% das vendas fechadas de Miami no segundo trimestre do ano. Cerca de 18% das operações financeiras ligadas a propriedades residenciais dos Estados Unidos são feitas em dinheiro, conforme as estatísticas mais recentes da Associação Nacional dos Corretores de Imóveis norte-americanos (na sigla em inglês, NAR).

“A porcentagem de compradores que pagam em cash, à vista, reflete a posição mais alta de Miami como o mercado imobiliário americano preeminente para compradores estrangeiros, que tendem a comprar com todo o dinheiro que guardam para investir. Entre os clientes que procuram a Elite, esse número costuma ser ainda maior. Atendemos muitos brasileiros, venezuelanos, russos, canadenses, e mais de 55% opta por pagar em cash com as economias que fizeram para investir aqui em imóveis residenciais. A minoria opta por financiamento e, entre as opções, escolhe o pagamento em até 30 anos. As taxas que costumam variar de 4,5% 5% ao ano”, afirma Léo Ickowicz, da Elite International Realty.

O estoque de inventário dos últimos meses é um forte indicador da atividade imobiliária de Miami. Devido à instabilidade econômica e a fragilidade política, além da desvalorização de suas moedas em relação ao dólar, os países com os maiores volumes de compradores de Miami estão sendo obrigados a vender uma parte de seu patrimônio, que inclui investimentos imobiliários na Florida, o que tem gerado oportunidades únicas para os atuais compradores.

Os anos de 2014 e 2015 até então haviam batido recorde de volume de vendas e em 2017 houve um acréscimo de 1,45%, para 7,7 mil unidades. O volume total de vendas representou US$ 3,3 bilhões no segundo trimestre, uma elevação de 3,1%.

“As vendas não incluem apartamentos que foram construídos recentemente. Em todo o estado da Flórida, o preço de venda médio para casas em abril, maio e junho de 2017 foi de US $ 240 mil, um aumento de 9,1%”, complementa Ickowicz.

As propriedades em condomínio residencial durante o trimestre foram cotadas em US$ 175 mil, um incremento de 7,4%.

 

Informações: www.eliteinternational.com