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Financiamento - Postada em: 07/10/2021

Homens casados e solteiros lideram entre novos clientes na BR Consórcios em agosto

Casados são maioria em automóveis com 47% e os solteiros compram mais motocicletas, com 66%; ambos dividem fatia em imóveis

 

O número de investidores em consórcios no Brasil ultrapassou a marca histórica de 8 milhões de consorciados ativos, segundo a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), no primeiro semestre de 2021. E o ano continua bom para o setor. Em agosto último, como revela a BR Consórcios (www.brconsorcios.com.br), que reúne as marcas União, Araucária, Santa Emília, Lyscar, Mapfre e Rede Lojacorr, houve um aumento de 6% nas cotas ativas e 15% de crescimento em contemplações.

Os novos consorciados, casados e solteiros, têm se mostrado, de acordo com a BR Consórcios, os mais aptos ao planejamento do futuro, sendo os grandes compradores de novas cotas. Os homens casados dominam o ranking de cotas de automóveis com 47%. Os solteiros, por sua vez, são maioria no segmento de motocicletas, com 66%. Em imóveis eles dividem a fatia com 45% cada.

Segundo José Roberto Luppi, diretor Comercial da BR Consórcios, ter um carro é visto como algo de grande importância para muitas famílias e isso foi algo que cresceu – e muito – do ano passado para cá. “Por questões de segurança em meio à pandemia, a maioria das pessoas tem evitado aglomerações e transportes compartilhados”, explica. “Além disso, para muitos brasileiros esse é um sonho distante por não ter recursos o suficiente para adquirir um veículo à vista e, por isso, acabam deixando tal objetivo de lado. É nesse momento que o consórcio de automóveis entra: na hora de planejar as finanças para conquistar o bem”, completa o executivo.

Ainda de acordo com a BR Consórcios, entre os novos consorciados de agosto, aqueles que estão na faixa dos 30 a 40 anos representam 33%, à frente dos 40 aos 50 anos, com 24%, e dos 20 aos 30 anos, com 23%. “O consórcio tem atraído as pessoas pela flexibilidade e a possibilidade de crédito sem a cobrança dos juros. Trocando em miúdos, elas encontram no sistema uma ferramenta para construir o patrimônio de forma mais segura”, afirma Luppi.

O diretor da BR Consórcios explica que hoje o consórcio no geral é composto de taxa de administração (custo operacional para a administradora administrar os grupos, formação de assembleias, entrega de bens, entre outras atividades), fundo de reserva (utilizado para suprir a inadimplência do grupo) e o seguro de vida (que cobre morte ou invalidez permanente do consorciado).  “No consórcio, assim que for contemplado, e isso pode ocorrer a qualquer momento, o cliente pode utilizar o recurso total desejado para a aquisição do bem, mesmo sem ainda ter pago o valor total”, destaca Luppi.

 

Informações: www.brconsorcios.com.br