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Em muitas regiões do país, alagamentos e inundações são uma realidade, infelizmente. Essa cobertura garante indenizações pela entrada de água no imóvel Guia de compra - Postada em: 19/10/2017

Quanto custa contratar um seguro residencial

Bastante popular no exterior, tipo de apólice tem baixa despesa, com 0,5% do valor de reconstrução

 

Muito conhecido e utilizado fora do Brasil, o seguro residencial ainda não é muito popular por aqui. Um estudo feito pela FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) mostrou que apenas 14,5% de domicílios brasileiros estão protegidos com seguro residencial, enquanto em países como Estados Unidos, França e Chile, esse percentual ultrapassa 80%.

De acordo com Marcella Ewerton, head de marketing da Bidu Corretora, essa baixa penetração do produto no mercado brasileiro pode estar relacionada ao fato de que muitas pessoas ainda pensam que esse tipo de seguro é caro.

Porém, o preço de um seguro residencial é bem baixo, já que é baseado no custo de reconstrução do imóvel, isto é, o valor necessário para reconstruir todo o imóvel em caso de algum acidente. Esse cálculo é estipulado pelo próprio proprietário, e não deve levar em consideração variáveis como o preço do terreno e do m² em seu bairro.

“O seguro residencial não costuma passar de 0,5% do valor de reconstrução. Além disso, o preço é influenciado pelo CEP, tipo de construção e pelas coberturas escolhidas pelo segurado”, explica Marcella. Em São Paulo, por exemplo, o seguro residencial custa, em média R$ 412,91 para casas e R$ 108,82 para apartamentos.

De acordo com a head de marketing, o investimento nesse tipo de seguro para moradores da capital paulista é muito recomendado, já que o seguro residencial surge como uma alternativa para diminuir possíveis prejuízos e aumentar a tranquilidade dentro de casa em um cenário onde o número de crimes contra o patrimônio (roubos, furtos e latrocínios) é cada vez maior no estado de São Paulo. Nos primeiros seis meses de 2017, houve um delito do tipo a cada 30 segundos. A elevação em relação ao primeiro semestre do ano passado é pequena (0,3%), mas é a décima vez que se registra alta no Estado desde 2002.

 

Informações: www.bidu.com.br